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Semana passada fiz essa pergunta: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AvvSK0M.rb8bLmQKp6xEQ_nI6gt.?qid=20070318172214AA0X1Dx

E houveram respostas de cunho agressivo. Falando que a minha vida é vazia ou que tenho medo de encarar...
Outros vieram falar de Jesus e tal...
Mas eu só levantei uma HIPÓTESE!

Afinal, a minha pergunta é essa (É uma hipótese tb):

Não seria um pouco "fanático" apenas conceber que Jesus Cristo seria o único sábio que existiu ? Olha, estou falando de SÁBIO, e não FILHO de DEUS ou DEUS, Ou PALAVRA DE DEUS, nada relacionado ao Cristianismo.

Afinal, vivemos em uma sociedade laica e democratica e o acesso a outras filosofias espirituais é fácil.
Além disso, ao afirmar que Jesus é o único sábio que existiu, estaria desmerecendo as outras religiões e por consequencia, poderias ser rotulado de fanático.

Não seria saudável os religiosos (no caso, os cristãos) entrarem em contato com outras religiões ?

Poderia auxiliar o entendimento da própria religião

2007-03-25 05:43:54 · 5 respostas · perguntado por Splät, o pirata 3 em Sociedade e Cultura Religião e Espiritualidade

Pois é, e existem sábios que não são considerados messias, como o Kahlil Gibran, Krishnamurti, Osho, Gurdjieff, Erich Fromm e por aí vai...

2007-03-25 06:05:17 · update #1

Até na filosofia cristã, existem pessoas que merecem algum destaque, como o Leonardo Boff.
Um vez li um livro do Humberto Rohden chamado: A Sabedoria das Parábolas. Acho que nenhum cristão inteligente deveria de deixar de ler esse livro.

2007-03-25 06:10:43 · update #2

5 respostas

Podemos falar de Mahatma Ghandy, Buda, entre outros. Você está bem certo quanto a este tema. Bem esclarecedor e iluminado. Que bom!

2007-03-25 06:23:43 · answer #1 · answered by peraxica 5 · 1 0

Acho que seria ótimo. Para não ficarem bitolados e pra melhorar a visão religiosa e cultural.
E com certeza, também já houveram muitos outros homens sábios sobre a terra.
E cada cultura religiosa que existe, tem o seu messias.
Como o Buda para os budistas, Jesus para os católicos entre muitos outros.

2007-03-25 05:52:49 · answer #2 · answered by Anderson 6 · 1 0

Concordo com vc que realmente existiu muitos sábios e ainda existem alguns.
No entanto sabemos que JESUS CRISTO(o verdadeiro Méssias)além de ser sábio," digo 'ser' porque ele está vivo enquanto que muitos sábios das muitas religiões já estão mortos e ainda hão de ressuscitar.
contudo não sou a favor de que as religiões se unam ( ecumenismo ) porque não é todo aquele que diz Senhor, Senhor, que entrará no reino dos céus e sim àquele que faz a vontada de DEUS...
e quem ler a Biblia sabe que existe várias religiões que não estão de acordo com a vontade de DEUS.

um abraço

2007-03-25 08:29:10 · answer #3 · answered by Anonymous · 0 0

Pastor Splät :
meu avatar me traiu com a minha avatar predileta... que faço ? deleto os dois ?
Bom resto de domingo, sem rituais...
ps: seguiu pelos Correios,uma estrelA....
25.03.07

2007-03-25 06:01:55 · answer #4 · answered by Anonymous · 0 0

“Os ensinamentos de Jesus têm alguma influência em minha vida?”

Os ensinos de Jesus abrangeram uma variedade muito grande de assuntos. Suas lições valiosas podem afetar cada aspecto de sua vida. Vamos nos concentrar no que Jesus ensinou sobre: estabelecer prioridades, amizade com Deus, bom relacionamento com outros, resolver problemas e não agir com violência.

Estabeleça prioridades na vida

Hoje em dia, o mundo agitado em que vivemos exige tanto de nosso tempo e de nossas energias que os assuntos espirituais com freqüência acabam ficando de lado. Considere o caso de um homem de uns 20 anos, a quem chamaremos de Jerry. Embora goste de conversar sobre assuntos espirituais e dê valor ao que aprende deles, Jerry lamenta: “Simplesmente não tenho tempo para me empenhar neles de maneira constante. Trabalho seis dias por semana. O domingo é meu único dia de folga, e depois de cuidar das minhas coisas, fico cansado demais.” Se também estiver nessa situação desagradável, poderá tirar proveito do que Jesus ensinou no Sermão do Monte.

Jesus disse à multidão reunida para ouvi-lo: “Parai de estar ansiosos pelas vossas almas, quanto a que haveis de comer ou quanto a que haveis de beber, ou pelos vossos corpos, quanto a que haveis de vestir. Não significa a alma mais do que o alimento e o corpo mais do que o vestuário? Observai atentamente as aves do céu, porque elas não semeiam nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celestial as alimenta. Não valeis vós mais do que elas? . . . Portanto, nunca estejais ansiosos, dizendo: ‘Que havemos de comer?’ ou: ‘Que havemos de beber?’ ou: ‘Que havemos de vestir?’ Porque todas estas são as coisas pelas quais se empenham avidamente as nações. Pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a Sua justiça, e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:25-33) O que aprendemos disso?

Jesus não estava dando a entender que devemos negligenciar nossas necessidades físicas e as da família. “Se alguém não fizer provisões para os seus próprios, e especialmente para os membros de sua família”, diz a Bíblia, “tem repudiado a fé e é pior do que alguém sem fé”. (1 Timóteo 5:8) No entanto, Jesus prometeu que, se colocarmos as coisas mais importantes em primeiro lugar e dermos prioridade a assuntos espirituais, Deus vai cuidar de que as outras necessidades sejam supridas. Essa lição é sobre estabelecer prioridades. Acatar esse conselho traz felicidade, porque são “felizes os cônscios de sua necessidade espiritual”. — Mateus 5:3.

Cultive amizade com Deus

Os que estão cônscios de sua necessidade espiritual reconhecem que precisam ter uma boa relação com Deus. Como estabelecemos uma boa relação com alguém? Não procuramos conhecer essa pessoa melhor? Temos de tomar tempo para conhecê-la — suas opiniões, atitudes, realizações, o que ela gosta e não gosta. O mesmo se dá com a amizade com Deus. Requer um conhecimento exato sobre ele. Quando Jesus orou a Deus sobre seus discípulos, ele disse: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) De fato, cultivar intimidade com Deus requer que cheguemos a conhecê-lo. A única fonte de tal conhecimento é a Palavra inspirada de Deus, a Bíblia. (2 Timóteo 3:16) Assim, temos de reservar tempo para estudar as Escrituras.

No entanto, não basta apenas assimilar conhecimento. Jesus disse na mesma oração: “Eles [seus discípulos] têm observado a tua palavra.” (João 17:6) Não devemos apenas obter conhecimento de Deus, mas também temos de agir em harmonia com esse conhecimento. De que outro modo poderíamos tornar-nos amigos de Deus? Será que podemos esperar tornar-nos mais amigos de alguém se agirmos dum modo contrário às suas idéias e princípios? Portanto, os conceitos e os princípios de Deus devem orientar todos os nossos passos na vida. Considere como dois de seus princípios se aplicam às nossas relações com outros.

Tenha boas relações com outros

Numa ocasião, Jesus contou uma breve história para ensinar uma valiosa lição referente às relações humanas. Falou de um rei que queria ajustar contas com seus servos. Um deles, porém, tinha uma enorme dívida e não tinha como pagá-la. O rei mandou que o homem, a esposa e os filhos fossem vendidos e o pagamento fosse feito. O devedor ajoelhou-se e rogou: “Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo.” Penalizado, o amo cancelou a dívida. Mas aquele escravo saiu, achou um co-escravo que lhe devia uma quantia modesta e exigiu o pagamento. Embora esse co-escravo pedisse misericórdia, o primeiro escravo mandou que ele fosse lançado na prisão até que pagasse o que devia. Quando o rei soube disso, ficou furioso e exigiu: “Não devias tu, por tua vez, ter tido misericórdia do teu co-escravo, assim como eu também tive misericórdia de ti?” Ele mandou o escravo impenitente ser encarcerado até que pagasse o que devia. Ensinando uma lição com a história, Jesus disse: “Do mesmo modo lidará também convosco o meu Pai celestial, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão.” — Mateus 18:23-35.

Por sermos humanos imperfeitos, temos muitas falhas. Nunca podemos pagar a Deus a enorme dívida que acumulamos por transgressões contra ele. Tudo o que podemos fazer é procurar obter o seu perdão. E Jeová Deus está pronto para nos perdoar todas as nossas falhas, desde que perdoemos aos nossos irmãos os pecados que cometem contra nós. Que lição poderosa! Jesus ensinou seus seguidores a orar: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores.” — Mateus 6:12.

Resolva os problemas pela raiz

Jesus era especialista em entender a natureza humana. Seus conselhos para resolver problemas chegavam ao âmago da questão. Considere os seguintes dois exemplos.

“Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de prestar contas ao tribunal de justiça’”, disse Jesus. “No entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça.” (Mateus 5:21, 22) Jesus mostrou assim que a raiz do problema do assassinato é mais profunda do que o próprio ato violento; é a atitude que se desenvolve no coração do assassino. Se as pessoas não permitissem que o ressentimento ou a ira se desenvolvessem, não haveria violência premeditada. Quanto derramamento de sangue seria evitado se as pessoas aplicassem esse ensino!

Note como Jesus tocou na raiz de outro problema que causa muito sofrimento. Ele disse à multidão: “Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’ Mas eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela. Se, pois, aquele olho direito teu te faz tropeçar, arranca-o e lança-o para longe de ti.” (Mateus 5:27-29) Jesus ensinou que o problema é mais profundo do que o próprio comportamento imoral. Está no que o precede: desejos imorais. Se a pessoa se recusa a alimentar desejos impróprios e ‘os arranca’ da mente, então consegue superar o sério problema da imoralidade.

“Devolve a espada ao seu lugar”

Na noite em que Jesus foi traído e preso, um de seus discípulos o defendeu usando uma espada. Jesus ordenou-lhe: “Devolve a espada ao seu lugar, pois todos os que tomarem a espada perecerão pela espada.” (Mateus 26:52) Na manhã seguinte, Jesus disse a Pôncio Pilatos: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.” (João 18:36) Alguém diria que esse ensino não é prático?

Qual era a atitude dos primeiros cristãos em relação ao ensino de Jesus de não recorrer à violência? O livro The Early Christian Attitude to War (A Atitude dos Primeiros Cristãos para com a Guerra) diz: “Visto que eles [os ensinos de Jesus] proibiam usar de violência e causar dano a outros, fica evidente a ilegitimidade da participação na guerra . . . Os primeiros cristãos cumpriram ao pé da letra o que Jesus disse e entenderam os ensinos de ternura e não-resistência no sentido literal. Relacionavam sua religião com a paz; condenavam a guerra devido ao derramamento de sangue característico.” Como a História teria sido diferente se todos os que afirmavam ser cristãos tivessem realmente seguido esse ensino!

Você pode se beneficiar de todos os ensinos de Jesus

Os ensinos de Jesus que analisamos são belos, simples e poderosos. A humanidade pode beneficiar-se por conhecer seus ensinos e colocá-los em prática.

As Testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a entender como poderá beneficiar-se das lições mais sábias já ensinadas por um homem. Convidamo-lo cordialmente a entrar em contato com as Testemunhas.

2007-03-25 05:49:10 · answer #5 · answered by Specula — Annuntians Regnum Iehovah 5 · 0 2

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