Justamente por isso que o PSDB não consegue emplacar ninguém candidato a presidência, falam besteiras de mais. Essa idéia de JERICO de ficar perguntando durante todo o 2° turno : "De onde veio o dinheiro?", e dizer o PT ficou 4 anos e não salvou o mundo!!! (E eles que ficaram 8 anos, privatizaram tudo e a conta sobra pra nós, exceto pra eles que depositaram a grana em contas na Suiça, e querem ficar mais 4=12 anos no poder). Só falam asneiras. É "nunca julgueis par que não sejais julgados". Parto do principio que paga julgar alguém você tem que ser o exemplo, não é o que ocorre, como você afirmou. O negócio é votar 99 para presidente!!!!!!!
2006-10-22 11:54:09
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answer #2
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answered by Anonymous
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As condições economicas no país e mundias em 1997 eram completamente diferentes
O país tinha na cabeça marca e a lembrança daquela inflação de 83% ainda muito presentes
Não podíamos descuidar um só minuto que tudo voltaria
A montanha de dólares que o país recebe hoje
é graças a muitas das empresas privatizadas
dou novamente a do aço como exemplo
que investiu molhões de dolares no país,
e empregou milhares de pessoas
e por aí vai
como já citei
até Pallocci reconheceu que sem as providências de FHC muito não poderia ser feito
ser jovem não é desculpa
procure suas respostas na internet, não no site vermelho
vote em quem quiser
mas não se deixe ser manipulado
vote informado
2006-10-22 11:23:58
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answer #3
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answered by Maga s 5
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Fisiologia do golpe
Fisiologia do golpe
Inconformado com a perda do cargo mais importante do Brasil, o PSDB apoiado pelo seu "irmão gêmeo", o PFL, decidiram engendrar um golpe para retomar o poder em 2006. Para alcançar este objetivo foi traçado um caminho eficiente: a construção de um "senso comum" onde todas as pessoas possuem a mesma opinião e a sensação de idéias próprias, ou seja, as idéias são genuÃnas e não foram plantadas. As idéias básicas, meticulosamente construÃdas, neste "senso comum" foram:
· "O PT é corrupto": essa é uma idéia fácil de difundir, pois o povo nunca confiou em polÃtico, porém, como historicamente o PT sempre ficou fora dos escândalos polÃticos o povo passou a tratar o PT como exceção. Para potencializar essa idéia se fez necessário apoiá-la na força das idéias que seguem;
· "O PT nos decepcionou": esta idéia, ligada umbilicalmente com a anterior, tem o propósito de criar nas pessoas o sentimento de terem sido enganadas, para que o respeito e amor ao PT se transformem em ódio;
· "Nunca houve tanta corrupção": distorcer, aumentar e difundir os indÃcios de corrupção e também criar fatos novos para aderir no “senso comum” a certeza que o PT montou um plano para ficar vinte anos no poder, roubando. Especial atenção é dada aos fatos gerados em administração do PT em governos estaduais e municipais. Como o povo brasileiro não conhece a administração petista implantada em Ribeirão Preto, fica fácil acreditar no “ético Buratti”.
· "O LULA não cumpre as promessas": criar nas pessoas a idéia que o verdadeiro motivo do LULA é dedicar-se ao roubo e que as promessas eram apenas para enganar;
· "O governo LULA é incompetente": Baseando-se no fato do LULA não ter faculdade, muitos “doutores” que se acham mais reais que o REI, publicam artigos para ridicularizar todas as ações do governo e para pregar que o LULA não foi uma boa escolha para conduzir nosso destino.
Estratégias usadas para atingir o objetivo:
· Atacar as bases do governo: Na eleição presidencial de 2002 a oposição aprendeu que não adianta atacar o LULA diretamente, pois, quanto mais se fizer isto, mais o LULA se transforma em mito. A saÃda é derrubar as bases de sustentação e deixar o LULA "sangrando" até 2006.
· Dissimulação: para que o senso comum se consolide é importante passar para o povo a informação que nenhuma denuncia nasceu da oposição, o que faz com que “ninguém” acredite no LULA quando este denuncia o golpe.
· Implantação de um gancho: aderir no "senso comum" a idéia que a polÃtica econômica do LULA deu certo porque seguiu a cartilha neoliberal. Este gancho, no momento oportuno seria utilizado para conduzir o PSDB ao poder.
· Freio na roda: a idéia é atrapalhar o máximo possÃvel o trabalho do governo, agindo principalmente nos bastidores do parlamento, para que o governo não consiga seus objetivos;
· Alavancagem ética: consiste em usar a própria ética do PT para denegrir. O governo LULA movimentou as instituições federais para desbaratar esquemas de corrupção que sempre estiveram debaixo do tapete. Nunca a polÃcia federal e outras instituições foram tão eficientes, o que gera nas pessoas a noção de aumento da corrupção. A idéia da oposição é "colar" no "senso comum" a certeza que o PT é a causa de tanta corrupção, baseando-se no fato dessa corrupção aparecer justamente quando o PT é governo. Quanto maior for a ética do PT, mais o PT será atingido.
Ferramentas utilizadas:
· A imprensa que é divida em três segmentos: o primeiro é composto por jornais, revistas e televisões que nunca gostaram do PT. Este segmento é articulista e é parte integrante do golpe. Utiliza o "jornalismo investigativo" e se esconde atrás da "liberdade de imprensa". O segundo segmento também é composto por grandes jornais, revistas e televisões e atuam como "inocente útil". Neste segmento o jornalista agride usando a sua "intuição" para divulgar o que o povo espera e não contraria o "senso comum". O terceiro segmento, que não agride e pouco defende, fica paralisado para não contrariar o "senso comum". Neste terceiro segmento existem poucas exceções entre as quais se destacam a revista CARTA CAPITAL, CAROS AMIGOS e pouquÃssimos blogs.
· CPMIs: Esta foi a principal arma utilizada. Todas as estratégias foram operacionalizadas nas CPMIs. Os ataques foram coordenados e fatais. A eficiência foi tão grande que os petistas ficaram paralisados. Tudo o que puderam repetir foi: "Se há indÃcios de corrupção devemos investigar tudo para que a verdade apareça". A oposição usou toda a sua experiência em corrupção, para circunscrevê-la de modo tal que se cristalizasse no "senso comum" a idéia que o PT inventou a corrupção. A CMPI foi transformada em palanque eleitoral. Foi um massacre onde o PT entrou com o rosto e a oposição entrou com os punhos. Foi orquestrada uma chuva de denuncias vinda de todos os lados. à importante notar que nenhuma dessas denuncias isoladas conseguiria derrubar o PT. Cada uma dessas denuncias foi escolhida para que parecesse verossÃmil e de difÃcil apuração.
· Tribuna do parlamento: a audiência dessa ferramenta é bem menor do que a CPMI, porém foi largamente utilizada. Todas as acusações jogadas nas CPMIs foram potencializadas e repetidas à exaustão até que parecessem verdades. Cada pronunciamento de parlamentar que esboçasse qualquer defesa era ferozmente atacado. As palavras do LULA eram distorcidas e ridicularizadas.
· Entrevistas: A imprensa articulista e integrante do golpe promoveu centenas de programas onde os convidados preconizavam o "fim do PT". Afirmavam que o presidente LULA sabia de tudo, que a polÃtica externa deste governo está errada, que a economia vai ser contaminada com a crise, que o Brasil não conheceu outro escândalo tão grande, etc. A idéia básica desses articulistas é usar imagens de "cientistas polÃticos idôneos e independentes", para promover o desgaste do governo. As notÃcias são montadas de forma a destacar a versão colocada pela oposição para consolidar o “senso comum”.
· Reuniões estratégicas: para treinar a "tropa do mal" e motivar com palavras de ordem: "Vamos acabar com essa raça...".
Devo admitir que a idéia de construir um “senso comum” foi eficiente, pois conseguiu tirar a vantagem do LULA nas pesquisas eleitorais. Apesar da “dissimulação” o plano não conseguiu enganar a todos porque tem um erro básico na estrutura: o conjunto da obra pretende acabar com o PT e não com a corrupção, o que revela os verdadeiros autores do plano.
Convido todos os amigos do presidente LULA para elaborarmos um “plano do bem” que seja capaz de reconstruir o “senso comum” e conduza o Brasil a um ciclo virtuoso de crescimento com benefÃcios a todos os brasileiros.
José H. S. Fernandes
Administrador de empresas.
sola@sul.com.br
Curitiba-PR.
2006-10-22 11:21:20
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answer #4
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answered by Fernando F. A. 2
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