English Deutsch Français Italiano Español Português 繁體中文 Bahasa Indonesia Tiếng Việt ภาษาไทย
Todas as categorias

Durante os referidos governos o no. de trabalhadores caiu de 80 para 50 mil.No governo do Presidente LULA esse no. subiu para 102 mil trabalhadores, além dos 3 mil que trabalham no gasoduto Quari-Manaus. O que vcs. acham?

2006-10-13 17:12:23 · 5 respostas · perguntado por bebéia 7 em Governo e Política Política

5 respostas

Como os almofadinhas tucanos tem medo do poder do trabalhador...

Eles sabem que há muitas pessoas humildes que agora podem trabalhar, principalmente no polo industrial de Manaus, onde a miséria era absoluta. Vocês não enchergam a verdade a um palmo do nariz.

Sobre isso esse povo não sabe!

2006-10-13 18:07:31 · answer #1 · answered by kazzttor 4 · 0 0

*Rolf Kuntz
Ninguém pode afirmar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva só tenha dito mentiras em sua campanha. Ele disse pelo menos uma verdade, embora de forma involuntária: "O povo vai escolher se quer voltar ao passado ou se quer continuar a conquistar direitos." Por enquanto, as promessas mais concretas do presidente e de seus companheiros apontam para o passado. Eles falam em responsabilidade fiscal, diante de algumas platéias. Mas só se esforçam, de fato, na maior parte do tempo, para explicar por que não será possível cortar a despesa pública. O discurso da oposição é desqualificado, quase sempre, como se a contenção do gasto só fosse possível com a redução dos programas sociais e com o sacrifício dos aposentados.

Se o presidente e seus companheiros quisessem discutir o assunto com alguma seriedade, levariam em conta os estudos publicados, nos últimos dois anos, por bons economistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), vinculado ao Ministério do Planejamento. Conheceriam bons argumentos a favor de uma arrumação das contas públicas em quatro ou cinco anos - sem redução, mas apenas com o controle de gastos e com a reestruturação do Orçamento.

O presidente e seus conselheiros têm evitado uma conversa mais séria sobre o tema. Seus planos conhecidos até agora não incluem uma efetiva política de responsabilidade. Num raro pronunciamento sobre o assunto, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, propôs um prazo de 10 a 15 anos para a redução da alíquota da CPMF de 0,38% para 0,08%. O tempo seria contado a partir de 2008.

Essa redução só poderá ocorrer se o governo diminuir sua dependência desse tributo. Para isso será preciso conter o gasto público ou arrecadar mais com outros impostos. Plano de contenção com prazo de 10 a 15 anos é uma piada. É tão sério quanto a promessa de largar a bebida ou o cigarro numa segunda-feira qualquer, nos próximos anos. Quem estará no governo em 2018, ou, pior, em 2023? Ou mesmo a partir de 2011, quando chegará ao Planalto o sucessor do presidente eleito no próximo dia 29?

O presidente-candidato está prometendo, de fato, apenas quatro anos de gastança, como se essa fosse a maneira de sustentar e de ampliar os direitos da população pobre. Ele sabe, ou deveria saber, que o governo não cria a riqueza necessária à manutenção de seus gastos.

O governo só poderá gastar de forma sustentável em saúde, educação e transferência direta de renda, nos próximos anos, se a economia crescer mais velozmente e se for possível, ao mesmo tempo, mexer na estrutura do Orçamento público.

Se o crescimento brasileiro ficar em 3,5% em 2006, o País terá acumulado uma expansão média de 2,8% em quatro anos. É um desempenho miserável, numa fase de prosperidade mundial e de grande liquidez (é preciso levar em conta este detalhe, ao fazer comparações com a década passada).

O desempenho médio não será muito melhor, nos próximos anos, sem redução do peso e mudança da composição dos impostos. O problema não é apenas uma carga tributária próxima de 40% do Produto Interno Bruto. É também a qualidade da tributação, que onera o investimento e afeta duramente o poder de competição e de criação de empregos. Mas não há como discutir seriamente a questão tributária - nem a dos juros, nem a do investimento público - sem tratar da eficiência do gasto governamental.

O falatório sobre os direitos é vazio, quando se desprezam as condições concretas da economia. Não se trata de esperar o crescimento para distribuir. Ao contrário: não há economia competitiva, hoje, sem prioridade para a educação. Só cresceram regularmente, no últimos 25 ou 30 anos, países que foram capazes de eleger e de escalonar no tempo, sem demagogia, as prioridades educacionais e as formas de absorver e de criar tecnologia.

O governo petista foi incapaz disso. Dispersou e desperdiçou recursos e não há indício de que possa mudar, se for reeleito. O presidente-candidato continua a falar em multiplicação de universidades, num país em que só um terço dos pobres que iniciam o curso fundamental consegue concluí-lo.

Seu discurso não é apenas o da gastança. É também o do desperdício de dinheiro escasso, num país em que a tributação atinge mais cruelmente os mais pobres. Serão estes os mais prejudicados, se não se criarem condições para um crescimento mais veloz e durável. Os outros terão mais chances, mesmo que a inflação, alimentada pela irresponsabilidade, volte a corroer os salários.

*Rolf Kuntz é jornalista

Oesp-12/10/06

2006-10-14 06:03:20 · answer #2 · answered by Luiz Antonio de G 5 · 0 0

TUDO QUE FOR DITO DE ACERTO DO LULA ,A TURMA DO FHC,ESTE FAMIGERADO PSDB VAI CRITICAR,ANALFABETOS POLITICOS COITADOS QUE PENINHA DELES.

2006-10-14 00:39:56 · answer #3 · answered by barbara_barbarelabarbie 5 · 0 0

Acho uma grande mentira! Mais um slogan para enganar o povão?

2006-10-14 00:18:08 · answer #4 · answered by LionRio 7 · 0 2

KKKKKK

ACHO QUE PETRALHA MENTE MUITO!!!

IGUAL AO MULLA SEU PATRÃO NÉ!!!

2006-10-14 00:15:18 · answer #5 · answered by basta de mentiras 6 · 0 2

fedest.com, questions and answers