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6 respostas

O TNP foi o resultado de uma barganha diplomática: países abririam mão do acesso a armas nucleares em troca do desarmamento progressivo das grandes potências, o que, ao longo dos anos, levaria ao banimento dessas armas, como ocorreu com armas bacteriológicas. Além disso, elas seriam beneficiadas pela transferência de energia nuclear para fins pacíficos.

O TNP é, de fato, um tratado assimétrico que dividiu o mundo em dois grupos:

os "que têm" e "os que não têm" armas nucleares. Para alguns, essa solução foi considerada equivalente a "desarmar os desarmados", enquanto outros se armam sem limitações. Sucede que essa não é a única assimetria existente no mundo, como é evidente quando se considera que a renda per capita média dos americanos é dez vezes maior (ou mais) do que a renda per capita dos indianos.

O sucesso do TNP em conseguir seus objetivos foi medíocre porque Índia, Israel e Paquistão, que não eram signatários do tratado, desenvolveram armas nucleares. A Coréia do Norte é ainda uma incógnita nessa questão.

As restrições do TNP, porém, têm sido aceitas voluntariamente por muitos países. O Brasil está entre eles, uma vez que o governo se convenceu, a partir de 1992, de que a posse de armas nucleares não traria vantagens ao País.

2006-08-19 14:25:48 · answer #1 · answered by Tironis Angelus 4 · 0 0

Significa que nenhum país pode produzir armas nucleares, SOB PENA DE SER INVADIDO PELOS EUA, QUE EXIGE TER ESSE PRIVILÉGIO APENAS PARA ELE.

2006-08-19 21:23:59 · answer #2 · answered by decio 4 · 1 0

Tratado de Não-Proliferação Nuclear
Folha Online
O Tratado d Ñ-Proliferação Nuclear tem por objetivo evitar 1 guerra nuclear e instaurar 1 cooperação internacional p/ a utilização civil da energia nuclear.
O tratado,firmado em 1970, foi ratificado no final de 2002 por 188 países,inclusive as 5 grandes potências nucleares e membros permanentes do Conselho d Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas): Estados Unidos,Reino Unido,Rússia,China e França.
Índia e Paquistão,potências nucleares q realizam testes atômicos,ñ assinaram o tratado.
Israel,q,2º especialistas,dispõe d cerca d cem ogivas nucleares, jamais reconheceu publicamente possuir 1 arsenal nuclear militar e tb negou-c a assinar o tratado.
O Tratado d Ñ-Proliferação Nuclear está baseado na distinção entre as 5 potências nucleares,q fabricaram ou acionaram 1 arma nuclear antes d 1º d janeiro d 1967,e os países ñ-dotados d armas nucleares. No tratado,as potências nucleares prometem em ñ transferir armas nucleares p/ ninguém,nem ajudar 1 país a adquiri-las.
O tratado tem o compromisso recíproco dos Estados carentes d armas nucleares d ñ desenvolver ou comprar estas armas,e,em compensação,lhes garante o acesso ao uso pacífico da energia atômica,condicionado ao controle da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica),c/ sede em Viena (Áustria).

2006-08-20 09:31:38 · answer #3 · answered by anaufabetu 3 · 0 0

O Tratado de Não-Proliferação Nuclear proposto pelos Estados Unidos e pela ex-União Soviética tem por objetivo evitar uma guerra nuclear e instaurar uma cooperação internacional para a utilização civil da energia nuclear.

2006-08-19 21:40:34 · answer #4 · answered by anderson.costa 1 · 0 0

Tratado de Não-Proliferação Nuclear
O Tratado de Não-Proliferação Nuclear proposto pelos Estados Unidos e pela ex-União Soviética tem por objetivo evitar uma guerra nuclear e instaurar uma cooperação internacional para a utilização civil da energia nuclear. O tratado, firmado em 1970, foi ratificado no final de 2002 por 188 países, inclusive as cinco grandes potências nucleares e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, que são os EUA, Rússia, França, Reino Unido e China, proibindo a sua posse a todos os restantes signatários do acordo.

O Brasil assinou o Tratado de Não-Proliferação Nuclear apenas em 1997, em grande parte devido à resistência dos setores militar e nacionalista. Apesar de um funcionário do Ministério das Relações Exteriores ter dito que o Brasil "fala com uma só voz nesta questão", outro funcionário disse que o impasse deriva em parte da resistência nas forças armadas.

Índia e Paquistão, potências nucleares recentes e que realizam testes atômicos, não assinaram o tratado. Israel, que, segundo os especialistas, dispõe de cerca de 100 ogivas nucleares, jamais reconheceu publicamente possuir um arsenal nuclear militar e negou-se a assinar o tratado.

O Tratado de Não-Proliferação Nuclear está baseado na distinção entre as cinco potências nucleares, que fabricaram ou acionaram uma arma nuclear antes de 1º de janeiro de 1967, e os países não-dotados de armas nucleares. Nos termos do tratado, as potências nucleares se comprometem em não transferir armas nucleares para ninguém, nem ajudar um país a adquiri-las.

O tratado contém o compromisso recíproco dos Estados carentes de armas nucleares de não desenvolver ou comprar estas armas, e, em compensação, lhes garante o acesso ao uso pacífico da energia atômica, condicionando isso ao controle da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), com sede em Viena.

"É cômodo para os americanos e os europeus pregarem o evangelho da proibição dos testes, visto que já detonaram artefatos nucleares suficientes para se contentarem com o que já sabem."

Os Estados Unidos anunciaram em 27.04.2004 apoio a um brasileiro para presidir a conferência da ONU sobre não-proliferação nuclear, apesar das preocupações de Washington com o enriquecimento de urânio no Brasil. Autoridades americanas disseram que o embaixador Sérgio Duarte, indicado para chefiar a conferência para a revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), em 2005, está totalmente qualificado para o cargo, embora o Brasil esteja dando um mau exemplo ao rejeitar inspeções em suas instalações nucleares.

Sérgio Duarte foi embaixador em Manágua, Ottawa, Genebra, Washington e Buenos Aires.

— Vamos dar apoio ao embaixador Duarte - disse o subsecretário de Estado John Bolton a jornalistas na ONU, onde 189 países signatários do TNP realizam uma reunião preparatória.

Ele afirmou que é importante que o Brasil resolva suas diferenças com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), em parte para que "isso não traga desânimo à conferência de revisão no ano que vem". Os signatários do TNP se reúnem periodicamente para discutir progressos no cumprimento do acordo, o que inclui a não-disseminação das armas nucleares e o desarmamento de países que já possuem arsenais atômicos.

A reunião preparatória que começou em 26.04.2004 em Nova York acontece em um momento tenso, por causa da revelação de que o cientista paquistanês Abdul Qadeer Khan vendeu segredos nucleares de seu país no mercado negro. Além disso, os EUA e outros países acusam Irã e Coréia do Norte de desenvolverem clandestinamente bombas atômicas. A Coréia do Norte abandonou o TNP.

Na década de 1990, o Brasil renunciou a um programa militar secreto que poderia ter produzido urânio para bombas. O país firmou o TNP na qualidade de não-detentor de armas nucleares. O Brasil já aceitou abrir suas instalações à AIEA, mas ainda discute qual será o grau de acesso dos inspetores à unidade de enriquecimento de urânio em Resende (RJ), porque o governo diz que isso colocaria em risco seus segredos industriais.

Washington quer que o Brasil vá além de seus compromissos definidos no TNP e assine o chamado Protocolo Adicional, que permite inspeções mais intrusivas e sem prévio aviso por parte da AIEA. A escolha do presidente da conferência de revisão do TNP normalmente é feita por consenso, e os americanos reconheceram que a indicação de Duarte trouxe uma "questão complicada" para Washington.

A maioria das autoridades americanas diz não temer que o Brasil ressuscite seu programa de armas nucleares e admite que o país tem motivos legítimos para manter suas conquistas tecnológicas sob sigilo. Mesmo assim, segundo uma fonte americana de primeiro escalão, o Brasil "é o único país entre os fornecedores nucleares que não assinou o Protocolo Adicional".

— Um país que é líder por seu tamanho, conquistas técnicas, localização e posição no movimento dos não-alinhados precisa liderar - afirmou ele, lembrando que o Brasil apoiou o Protocolo Adicional como uma importante ferramenta contra a proliferação nuclear quando ele foi criado.

Essa fonte afirmou que o que preocupa Washington é "o sinal que é passado se um país com a base tecnológica sofisticada não está preparado para isso".

— Não temos razão para acreditar que eles têm algo a esconder. Eles dizem que não têm nada a esconder. Portanto o Protocolo Adicional não deve ter maiores conseqüências para o Brasil. Mas a adoção do Protocolo por parte do Brasil seria uma mensagem forte para o resto do mundo.

2006-08-19 21:24:49 · answer #5 · answered by Anonymous · 0 0

É uma ordem que veio de * algum lugar *
Só ele mesmo pode fabricar bombas .

:)

2006-08-20 08:29:00 · answer #6 · answered by Juninha. 7 · 0 1

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